segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Foi concluída a 1ªFase do ESTHmov
Neste projecto participaram os alunos Nuno Ramos (T.L.), Tiago Sousa (G.H.) e Daniela Maio (R.C.) em conjunto com o docente João Pedro Estêvão.
Três alunos e um professor da Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH) de Seia vieram à cidade dar a conhecer a oferta formativa daquele estabelecimento.
A ESTH, que pertence ao Instituto Politécnico da Guarda, foi “vendida” como uma escola moderna, bem equipada e com um activo gabinete de saídas profissionais e estágios. Já o turismo foi apresentado aos jovens adolescentes como a “principal actividade económica do país”, com muita empregabilidade e actividades diversas que não se prendem apenas com a economia.A apresentação da escola, da cidade de Seia e dos cursos disponíveis foi feita por um professor e três alunos, dois dos quais naturais de S. João da Madeira e que desempenham cargos de chefia na Academia de Seia. Cada aluno apresentou a licenciatura que frequenta na única escola superior de turismo localizada no interior do país.
O curso de Turismo e Lazer, frequentado por Nuno Ramos, apresenta a mais valia de ter “muito bem implementados” os programas informáticos utilizados em agências de viagens para a reserva de bilhetes e marcações em hotéis. Este curso forma operadores turísticos, trabalhadores para parques de entretenimento, técnicos de turismo ligados a organismos do Estado e organizadores de eventos.
No que toca à Gestão Hoteleira, “é preciso saber fazer pão para depois gerir uma padaria”. Nas palavras de Tiago Sousa, este curso tem uma forte componente prática nos eventos, aulas e workshops da escola. Esta licenciatura habilita os frequentadores com carteira profissional de director de hotel e forma técnicos de alojamento, alimentação e bebidas e directores de unidades hoteleiras.
Quanto à restauração e ao catering, esta licenciatura parece só existir em Leiria, além de Seia. Trabalha-se a dietética e a nutrição e as saídas profissionais podem passar por hospitais, cantinas escolares e outras estruturas fora do turismo. Forma-se cozinheiros, técnicos de saúde e higiene alimentar e especialistas em restauração e catering.
A comitiva ESTHmov contou com a participação de Nuno Ramos e Tiago Sousa, presidente e tesoureiro da Secção Autónoma de Seia da Associação Académica da Guarda.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Workshop: Empreendimentos Hoteleiros

Formação sobre empreendimentos hoteleiros
Na Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia/IPG vai realizar-se no próximo dia 21 de Abril um workshop dedicado aos empreendimentos hoteleiros, integrado no ciclo “Escolhe o Teu Futuro em Turismo em Lazer”.
Trata-se de uma iniciativa da Licenciatura em Turismo e Lazer, da Escola Superior de Turismo e Hotelaria, do Instituto Politécnico da Guarda, que tem o apoio dos docentes de unidades curriculares, de âmbito marcadamente prático,
Para o ciclo “Escolhe o Teu Futuro em Turismo e Lazer” têm sido convidados antigos alunos daquela escola superior que desempenham, actualmente, a sua actividade profissional em diversos subsectores da actividade turística. Vão intervir nesta iniciativa, que decorrerá a partir das 15 horas, Joana Simões (Grupo Pestana Pousadas), Ricardo Carneiro (Hotel Turismo do Minho, Vila Nova de Cerveira) e Vítor Mendes (Hotel Mira Serra, Celorico da Beira), ex-alunos da licenciatura em Turismo e Lazer, da Escola Superior de Turismo e Hotelaria de Seia/IPG.
Segundo os organizadores, pretende-se que os workshops “sejam um fórum de partilha de experiências e de conhecimentos entre os vários participantes, tendo como principal objectivo a divulgação da grande diversidade de oportunidades profissionais existentes na área do Turismo e do Lazer.”
De referir que primeiro workshop teve por temática a actividade das agências de viagens e operadores turístico enquanto o segundo incidiu sobre a actividade dos profissionais de turismo realizada em organismos institucionais.
Um dos objectivos da formação em Turismo e Lazer é prover os futuros profissionais de um sólido conhecimento do funcionamento do sistema turístico e de cada um dos seus componentes, bem como de instrumentos e noções que lhes permitam operar profissionalmente no sector.
terça-feira, 31 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
SAS-AAG na imprensa local
“Definitivamente Diferente” foi o slogan que levou a lista encabeçada por Nuno Ramos à vitória, que tem como objectivo «sermos verdadeiramente diferentes e passar a olhar para a Escola Superior de Turismo e Hotelaria e a sua comunidade escolar sejam uma prioridade máxima. Queremos levar o nome da nossa escola a todo o País, não como mais uma escola mas uma escola com qualidade e com futuro.Promete liderar uma associação que «não seja conhecida só por organizar festas», sublinhando que «os alunos desta escola merecem mais e melhor».Perante uma plateia constituída maioritariamente por estudantes, Nuno Ramos prometeu lutar junto da nova direcção da escola «para termos uma sala onde os estudantes possam expor os seus problemas, uma sala que tenha as portas sempre abertas», sublinhou.Querendo «marcar a diferença», finalizou dizendo que «estamos aqui para servir a Academia e não para nos servirmos da Academia».

terça-feira, 17 de março de 2009
AAG na Imprensa Local
Politécnico da Guarda tem «entre 10 a 20» alunos com propinas em atraso
«Não é fácil o estudante assumir-se como pobre»
A 10 de Dezembro de 2008, 600 alunos bolseiros do IPG ainda não tinham pago as propinas.
«Há muitos alunos com dificuldades financeiras para estarem no ensino superior». O alerta é de Jorge Mendes, presidente do Instituto Politécnico da Guarda, que tem «entre 10 a 20» estudantes com pagamentos de propinas em atraso. No caso da Universidade da Beira Interior (UBI) também é público que há estudantes com problemas económicos, embora não tenha sido relevado a O INTERIOR o número de pessoas que não conseguiram pagá-las. No caso do IPG, o número de estudantes em falta já foi bastante superior neste ano lectivo, visto que a 10 de Dezembro de 2008, «cerca de 600 alunos ainda não tinham liquidado as propinas», mas por causa dos atrasos no pagamento das bolsas. Entretanto, «a maioria já pagou», havendo neste momento «um número que anda entre os 10 e os 20 alunos, não mais que isso», adianta Jorge Mendes. O responsável explica tratar-se de «pessoas que entraram na segunda fase do concurso e que se candidataram às bolsas», ainda não tendo recebido os respectivos montantes a que têm direito. A essas não foi exigido qualquer pagamento, acrescenta, adiantando que o IPG tem actualmente perto de mil alunos bolseiros. «Mas sentimos, no terreno, que há muitos alunos com dificuldades financeiras para estarem no ensino superior e não é pela questão da propina em si. É por tudo o que está associado», garante. Uma realidade comprovada pelos «pedidos sucessivos» a solicitar o adiamento do pagamento de propinas, que, por vezes, são aceites e noutras negados em virtude da «justificação apresentada não nos parecer correcta». De resto, uma das medidas concretas que o IPG está a aplicar para ajudar os estudantes mais carenciados é, precisamente, «o não cumprimento do regulamento das propinas», que estabelece que «10 dias após saírem as bolsas, o aluno tem de liquidar as propinas e nós não estamos a fazer isso». Mesmo assim, há estudantes «em situações limite e em casos extremos», que estão a ser apoiados pelos Serviços de Acção Social que garantem a sua alimentação. «Não há nenhum aluno do Politécnico da Guarda que possa dizer que não comeu porque os serviços lhe negaram essa possibilidade», assegura Jorge Mendes, adiantando que também existe «alguma flexibilidade» no pagamento dos quartos nas residências. «Muita gente que tem dificuldades, por vezes, não dá a cara. Se calhar, a situação mais grave em todo o ensino superior é a de alunos que realmente têm dificuldades, que fazem um enorme esforço para estudar e que acabam até por cumprir com as suas obrigações, mas certamente à custa de muitos sacrifícios pessoais, mesmo em termos de alimentação», exemplifica. Também a Associação Académica da Guarda (AAG) reconhece que «há sempre muita dificuldade para descobrir determinadas situações, porque não é fácil o estudante assumir-se como pobre e dizer que não tem dinheiro perante os colegas», explica Marco Loureiro. O presidente da AAG acredita até que há muitos alunos que preferem sair à noite, «aparentando estarem bem financeiramente quando, na verdade, não estão». Prevê, por isso, que se a situação continuar a agravar-se, «lamentavelmente, alguns deles vão deixar de estudar». Já em finais de Fevereiro, no seu discurso de tomada de posse, o dirigente estudantil avisava que «todos os dias» há «centenas de estudantes» do ensino superior que «procuram trabalhos em regime "part-time", sujeitando-se ao trabalho precário, ou mesmo a abandonar temporariamente os estudos, a fim de conseguirem liquidar todas as despesas inerentes à sua formação académica».
Fonte: Jornal http://www.ointerior.pt/


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